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29/07/2014

Regata Internacional de Vela, primeiro evento-teste Rio 2016, traz 23 medalhistas Olímpicos para a Baía de Guanabara

Ícones do esporte mundial, sendo cinco campeões dos Jogos Londres 2012, já estão na cidade treinando no local de competição

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Barcos da classe RS:X se preparam para o evento-teste na Baía de Guanabara (Foto: Rio 2016/Alex Ferro)

Primeiro evento-teste dos Jogos Rio 2016, a Regata Internacional de Vela traz para as águas do Rio de Janeiro os principais ícones do esporte mundial. Do dia 02 a 09 de agosto, 324 atletas - sendo 23 medalhistas Olímpicos - de 34 países guiarão seus barcos pela Baía de Guanabara, na maior competição de vela Olímpica já organizada no Brasil. E, para se preparar, eles já estão desde segunda-feira  na cidade treinando no local da competição:

“Todos os atletas que sonham em conquistar uma medalha nos Jogos Rio 2016 estão aqui. Temos vários campeões Olímpicos e outros que ainda vão conquistar uma medalha participando do evento-teste. É minha primeira vez no Rio, então meu principal objetivo é conhecer e entender bem as condições climáticas aqui e aproveitar a cidade. Já soube que o vento varia de média para fraca intensidade na Baía e isso será um desafio para todos os velejadores”, afirma o australiano Mathew Belcher, campeão Olímpico na classe 470 em Londres 2012.

Além de Mathew Belcher, outros quatro campeões Olímpicos nos Jogos Londres 2012 estarão em ação na Regata Internacional de Vela: o também australiano Nathan Outteridge, na classe 49er, a espanhola Marina Alabau, na 49er FX, o holandês Dorian van Rijsselberge, na RS:X, e o sueco Max Salminen, na Star, classe que saiu do programa Olímpico nos Jogos Rio 2016.

Medalhista de prata na prova vencida por Belcher em Londres 2012, o britânico Luke Patience também enalteceu o alto nível dos competidores e a importância de conhecer de perto as águas da Baía de Guanabara.

“Os melhores barcos do mundo estão aqui. É uma oportunidade importante para todos nós conhecermos as condições para velejar aqui e reunirmos informações, mas é claro que todos que estão aqui querem ser os primeiros a conquistar um título nas águas Olímpicas”, diz o britânico, que compete pela primeira vez na América do Sul e demonstrou todo seu encantamento pelo Rio de Janeiro.

“É uma cidade muito divertida, repleta de vida e vibração. O clima é alegre e a cidade tem mostrado vocação para grandes celebrações, como o carnaval, a Copa do Mundo, e, em 2016, os Jogos Olímpicos e Paralímpicos. Estou muito feliz por estar aqui e quero fazer o meu melhor no evento-teste”, revela.

Visual da Baía de Guanabara é elogiado pelos atletas de vela (Foto: Rio 2016/Alex Ferro)
 
Dos 23 medalhistas Olímpicos que estarão velejando nas águas da Baía de Guanabara, cinco são australianos, quatro britânicos, três brasileiros, dois franceses, dois holandeses, um argentino, um belga, um espanhol, um israelense, um neozelandês, um polonês e um sueco. 
 
Destes participantes, o mais condecorado é o brasileiro Robert Scheidt, que competirá na classe Laser. Um dos ícones da vela mundial, Scheidt é um dos três atletas do esporte que possui cinco medalhas Olímpicas, ao lado do também brasileiro Torben Grael e do britânico Ben Ainslie. Na bagagem, o atleta coleciona dois ouros - na classe Laser em Atlanta 1996 e Atenas 2004 -, duas pratas - na Laser em Sydney 2000 e na Star em Pequim 2008 - e um bronze - na Star em Londres 2012 -, além de 12 títulos mundiais.
 
Medalha de prata na classe RS:X em Londres 2012 e bronze na Mistral, em Atenas 2004, o britânico Nick Dempsey é uma das principais estrelas internacionais do evento. Aos 33 anos, Nick tem dois títulos mundiais na RS:X, incluindo uma vitória em Búzios, em 2013. Outra atração é Nathan Outteridge. Campeão Olímpico na classe 49er nos Jogos de Londres, o australiano também já conquistou três títulos mundiais: 2008, 2009 e 2011.
 
Entre as mulheres, os principais nomes são a espanhola Marina Alabau, medalha de ouro nos Jogos Londres 2012 e campeã mundial da classe RS:X em 2009, e a holandesa Marit Bouwmeester, medalha de prata em Londres 2012, campeã mundial em 2011 e atual líder do ranking mundial da classe Laser Radial.
 
“Já estou me sentindo mais perto dos Jogos Olímpicos por estar aqui. O local de competição é muito especial, cercado pelas montanhas e pelo Pão de Açúcar. Pegamos dias com bons ventos e conseguimos fazer bons treinos. É muito bom poder estar aqui e conhecer bem os ventos e as correntes. O evento-teste será muito bom, temos grandes barcos aqui”, comenta a sueca Lisa Ericson, da classe 49er FX, que ficou em 19º lugar nos Jogos Londres 2012.

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