09/08/2012

Atleta do século, Pelé visita a Casa Brasil em Londres e fala do orgulho de receber o mundo em 2016

Ex-jogador surpreende frequentadores da Boutique Rio 2016™ na Somerset House

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Pelé visita a Casa Brasil e posa com a camisa do Rio 2016™ (Foto: ©Wander Roberto / RIo 2016™)
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07/08/2012

"Estamos prontos para receber Comitês Olímpicos e Paralímpicos", diz diretor do Rio 2016™

Dirigentes de Comitês Olímpicos e Paralímpicos da Europa e da África tiveram acesso a atualizações do projeto Rio 2016™ e o Guia de Locais de Treinamento Pré-Jogos Rio 2016™

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05/08/2012

Rio comemora quatro anos para os Jogos Olímpicos de 2016 com principais projetos já em andamento

Cerimônia na Casa Brasil, em Londres, marca contagem regressiva para os Jogos

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O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016™ marcou os quatro anos para o início dos Jogos Olímpicos neste domingo, com um evento na Casa Brasil, no centro cultural Somerset House. Entre os presentes estavam Carlos Arthur Nuzman, Presidente do Rio 2016™; Leonardo Gryner, Diretor-Geral do Comitê Organizador; e Stephen Urquhart, Presidente da OMEGA, patrocinador Olímpico mundial e fornecedor do relógio de contagem regressiva para os Jogos que está exposto na Casa Brasil.

A quatro anos da Cerimônia da Abertura, todas as obras de longa duração necessárias para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro já estão em andamento, como a linha 4 do metrô e a renovação do porto. No último ano, foram iniciadas as obras do Parque Olímpico, localizado na região da Barra e que ocupará uma área de 1,18 milhão de metros quadrados, recebendo as disputas de nove esportes. A primeira estaca dos prédios da Vila Olímpica foi fincada no solo, após o período de preparação do terreno, e o projeto do campo de golfe foi escolhido.

Equipe do Rio 2016™ comemora quatro anos para os Jogos na Casa Brasil (Foto: Wander Roberto/Rio 2016™)
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05/08/2012

Faltam quatro anos para a Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016™

Expectativa cresce para a Passagem da Bandeira Olímpica, que acontecerá na Cerimônia de Encerramento de Londres 2012

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Em meio ao turbilhão de emoções de Londres 2012, o dia 5 de agosto de 2012 marca quatro anos para os Jogos Olímpicos Rio 2016™, data especial para os brasileiros e para os amantes do esporte em todo o mundo.

A expectativa só faz crescer para a Passagem da Bandeira Olímpica, momento simbólico em que a edição atual termina e o Comitê Olímpico Internacional dá à próxima sede a honra e a responsabilidade de assumir o novo ciclo olímpico.

Daqui a uma semana, o Rio de Janeiro terá oito minutos na Cerimônia de Encerramento de Londres 2012 para se apresentar ao mundo. Fará um show de cores e alegria, dando um gostinho do que está por vir na primeira edição do maior evento esportivo do planeta na América do Sul.

Acompanhe pelo blog todos os detalhes dos eventos que comemoram a marca de quatro anos para Rio 2016™ neste dia 5 de agosto!

Sam Oldham, de 19 anos, medalhista de bronze por equipes na Ginástica Artística em Londres 2012, mal pode esperar por 2016 (Foto: Rio 2016™)

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04/08/2012

PROGRAMA DE OBSERVADORES: Bruno Souza vive o outro lado da Vila Olímpica

Ex-jogador de handebol, colaborador do Rio 2016™ esteve nas duas últimas edições dos Jogos como atleta

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Desta vez, Bruno Souza está na Vila Olímpica como membro do Comitê Organizador (Foto: Rio 2016™)

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03/08/2012

Exposição "Da Margem para o Limiar", na Casa Brasil em Londres, oferece nova visão do país para os visitantes

Mostra reúne o melhor da arte e design contemporâneos brasileiros e leva a estrangeiros e brasileiros que moram no exterior uma nova perspectiva do país

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(Foto: Rio 2016™)
Tags: casa brasil

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02/08/2012

PROGRAMA DE OBSERVADORES: NHS e serviços médicos dos Jogos de Londres inspiram Rio 2016™

Gerente brasileiro responsável pela área acompanha de perto o funcionamento de um dos maiores orgulhos dos britânicos

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Para a Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos de Londres 2012, momento crítico para a equipe de Serviços Médicos dos Jogos pelo elevado número de espectadores, atletas, autoridades e força de trabalho em um só local e horário, 66 profissionais foram destacados para a operação no Estádio Olímpico. Eram 20 duplas de primeiros-socorros, dez enfermeiras e dez médicos alocados, além de seis médicos avançados. Estes eram denominados Top 6, grupo para o mais alto nível de atendimento e tomada de decisão. Um dos Top 6 era Antonio Bispo, gerente de Serviços Médicos do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio 2016™.

Felizmente, a única ocorrência significativa não aconteceu nos ambulatórios. A homenagem ao Sistema Nacional de Saúde (NHS, na sigla em inglês) durante o show de abertura, apresentado ao mundo como um dos símbolos e orgulhos dos britânicos, emocionou a todos no estádio ou pela TV. Aos profissionais de saúde, em especial.

Bispo (terceiro da esquerda para a direita) e outros três médicos do Top 6 na Cerimônia de Abertura (Foto: Rio 2016™)

Tido como o maior e um dos melhores do mundo, o sistema público atende a todos os residentes da Grã-Bretanha, ou seja, mais de 62 milhões de pessoas, segundo dados oficiais. O NHS emprega cerca de 1,7 milhão de pessoas e atende algo em torno de três milhões por semana, em média.

Todos os serviços são financiados pelos impostos e estão disponíveis aos usuários sem cobranças - com pequenas exceções -, dentro do ideal de que um serviço de saúde de qualidade deve ser para todos, independente das suas posses. Neste sentido, quem está em visita a Londres para assistir ou trabalhar nos Jogos Olímpicos dispõe do mesmo nível de atendimento.

“Estamos tendo um aprendizado intenso e agregando muitas ferramentas para o planejamento e a operação do Rio. Os serviços a serem entregues são muito similares, guardando as proporções pelas peculiaridades locais de cada uma das sedes. Mas a infraestrutura prévia da cidade é muito diferente”, afirma Bispo, que acompanhou como observador diversas das reuniões de autoridades responsáveis pela área médica nos Jogos de Londres.

Gerente brasileiro e sua equivalente dos Jogos de Londres, Pam Venning (Foto: Rio 2016™)

Três mil voluntários na área médica

O planejamento da área de Serviços Médicos de Londres 2012 começou imediatamente após a escolha da cidade como sede dos Jogos. Os pontos críticos enfrentados na trajetória de sete anos foram o recrutamento de voluntários de saúde (médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, farmacêuticos e profissionais de pronto-socorro) e a adequação da legislação da Grã-Bretanha para a habilitação de médicos internacionais.

A área recebeu inscrições de 6.000 voluntários. Selecionou 4.500 e vai usar 3.000. Pela legislação, o voluntário não pode trabalhar o dia todo e não pode dobrar o plantão. Na operação dos Jogos, o primeiro atendimento é feito pelos First Aiders, ou profissionais de pronto-socorro, depois pelos médicos e enfermeiras. São dez grupos de hospitais de referência: um para cada “cliente” (atletas, família olímpica e paraolímpica, e imprensa e broadcast) em Londres, um para a Vela em Weymouth e outro para Canoagem e Remo em Eton Dorney, além de um em cada uma das cinco cidades do futebol.

O sistema mais complexo fica na Policlínica da Vila Olímpica, que conta com mais médicos (clínicos gerais), médicos do esporte, oftalmologista, radiologista e médicos de diferentes especialidades para atendimento com agendamento prévio: cardiologista, dermatologista, gastroenterologista, neurologista, ginecologista/obstetra, ortopedista, psiquiatra e “emergencistas”, além de dentistas, fisioterapeutas, podólogos, quiropráticos e massagistas. A Policlínica funciona 24 horas por dia, sete dias por semana, durante os Jogos. Os postos nas instalações de treinamento e competição funcionam de acordo com o funcionamento das mesmas.

Unidade de atendimento médico em uma instalação esportiva de Londres 2012 (Foto: Rio 2016™)

“São 66 ambulâncias novas, compradas por ocasião dos Jogos, para atender aos requisitos específicos das Federações Internacionais e do Comitê Olímpico Internacional, e que ficarão como legado. Elas foram somadas a toda a estrutura do Serviço de Ambulância de Londres (LAS, na sigla em inglês), cujo altíssimo padrão de atendimento garante um tempo médio de resposta de quatro minutos”, informa o gerente do Rio 2016™.

Nos primeiros dias de Jogos, a tranquilidade continua a pautar os trabalhos da equipe médica em Londres. Para o cirurgião-geral brasileiro, líder do planejamento e da operação de serviços médicos daqui a quatro anos, aprender e ensinar são exercícios diários. Será mais de um mês de vivência entre Jogos Olímpicos e Paralímpicos na capital britânica. Top 6 no maior evento esportivo do mundo, o desafio está posto para ele, tanto quanto para o Rio e o Brasil. Saúde para todos é um sonho possível. E real.

Reunião de planejamento do LAS com autoridades da área de saúde e segurança (Foto: Rio 2016™)

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31/07/2012

PROGRAMA DE OBSERVADORES: Gerente acompanha o desafio de credenciar 300 mil pessoas

Sistema utilizado em Londres 2012 será o mesmo para a próxima edição dos Jogos, com algumas adaptações

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Centro de credenciamento em Londres (Foto: Rio 2016™)

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28/07/2012

PROGRAMA DE OBSERVADORES: Colaboradora do Rio 2016™ trabalha na Cerimônia de Abertura

Renata Santiago participa do momento histórico “emprestada” ao Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de Londres 2012

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Renata Santiago (primeira da direita para a esquerda) e a equipe do LOCOG (Foto: Arquivo pessoal)

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27/07/2012

PROGRAMA DE OBSERVADORES: Revezamento da Tocha chega ao fim, e o Rio aprende com britânicos

Equipe de Gestão de Marcas acompanha momentos inesquecíveis da passagem do símbolo olímpico pelas ruas de Londres

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Quando a pira for acesa no Estádio Olímpico de Londres na noite desta sexta-feira, data aguardada por bilhões ao redor do mundo, oito mil pessoas terão conduzido a Tocha Olímpica por todo o Reino Unido. Foram 70 dias de revezamento, período em que, bem definido no slogan dos Jogos, o símbolo “inspirou uma geração”. Inspirou também a equipe de Gestão de Marca do Rio 2016™, que conheceu e documentou todos os detalhes do planejamento e da execução do complexo projeto.

Desde o dia 19 de maio, os condutores da Tocha passaram por mais de mil cidades, vilas e povoados por todo o país. Um dia antes, a chama fora acesa na Grécia, berço dos Jogos, em uma tradição que ignora o tempo. Desde paisagens naturais deslumbrantes até os principais pontos turísticos de Londres, a Tocha passou por locais que ficavam a, no máximo, uma hora de 95% da população britânica. Já na reta final, em Londres, o time do Rio 2016™ acompanhou por alguns quilômetros o trajeto e tudo que envolvia os rituais de troca de condutor.

“A atmosfera de celebração é real. Você pode ver famílias e amigos se reunindo nas ruas e em casa, nas sacadas ou nas janelas, para ver o Revezamento. Muitos mostram bandeiras e querem tirar uma foto com o condutor que espera para receber a Tocha. Existe uma publicação que define minuto a minuto o planejamento das passagens da Tocha, com os lugares e nomes das pessoas que irão conduzir. Mesmo com essa responsabilidade, é nítida a alegria e a emoção dos condutores”, afirma Tânia Martins, gerente de marcas.

Tânia Martins e um membro da equipe de suporte do Revezamento da Tocha (Foto: Rio 2016™)

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